Análise feita pelo procurador do Estado de São Paulo, Márcio Sotelo Felippe, da expulsão de milhares de famílias do bairro de Pinheirinho, em São José dos Campos (SP) comprova que a ação teve a finalidade em desocupar a área para que o megaespeculador Naji Nahas tivesse em seu poder uma terra conseguida de forma fraudulenta. O governador Alkimim executou uma ordem arbitrária expedida por uma juíza a serviço da expeculação. O procurador considera que todos os responsáveis pelo despejo devem ser presos. Veja abaixo a matéria publicada e o link para ouvir a entrevista concedida pelo procurador concedida a imprensa.
O procurador do Estado de São Paulo Marcio Sotelo Felippe afirma que o governador Geraldo Alckmin, o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Ivan Sartori, e Naji Nahas devem ser presos pelos crimes cometidos contra a humanidade no Pinheirinho, em São José dos Campos, interior de São Paulo. O jurista, que já ocupou o cargo de procurador geral do Estado na gestão do governador Mário Covas, considera que o Tribunal Penal Internacional tem de expedir mandado de prisão contra os três. Ele analisou a documentação sobre o processo de falência da empresa Selecta do megaespeculador Naji Nahas e descobriu que toda a ação para expulsar milhares de pessoas no dia 22 de janeiro do Pinheirinho, quando a Tropa de Choque da PM invadiu a área, serviu única e exclusivamente para beneficiar o megaespeculador. Entrevista à repórter Marilu Cabañas.
http://www.redebrasilatual.com.br/radio/programas/jornal-brasil-atual/alckmin-desembargador-sartori-e-naji-nahas-devem-ser-presos-por-crimes-no-pinheirinho-afirma-procurador/view
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Alckmin, desembargador Sartori e Naji Nahas devem ser presos por crimes no Pinheirinho, afirma procurador
Postado por
Pedro César
às
14:06
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"Sofri todo tipo de atentado contra minha vida, mas fui eleito honesta e legitimamente. Sempre estive na linha de frente da oposição e do movimento popular. Não será através de um parlamentar que ocorrerão transformações na sociedade brasileira, mas através da organização desta mesma sociedade"
(Trecho do primeiro discurso proferido por João Carlos Batista, no exercício do mandato de deputado estadual na Assembléia Legislativa do Pará, 3 de março de 1987)
Palavras de força
"Este livro é importantíssimo e vem em muito boa hora. É um registro fiel das entranhas e detalhes da luta de classe na Amazônia... É o retrato da vida e dedicação de um dos melhores filhos da classe trabalhadora".João Pedro Stédile – MST
"João Batista foi um parlamentar militante, sua formação se deu nas lutas travadas contra a ditadura e na convivência com as injustiças presenciadas na juventude".Paulo Rocha, deputado do estado do Pará

"Resgata a história das lutas pela redemocratização do país, a partir da trajetória do advogado João Carlos Batista, brutalmente assassinado em 1988".
Augusto Barata - jornalista
"A vida, os ideais, as personagens, os crimes contra os direitos humanos na região e a impunidade são relatados com paixão e coragem jornalística".Ana Lúcia Araújo – O Rebate
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